Mr. Robot – T1E1

Personagens principais são apresentados: Elliot, Angela, Guideon, Terry Colby, Tyrell Welick, Sheila e Krista.

Elliot começa falando sobre a falácia da derrapagem. É a maneira como ele se esconde em seus delírios. Em seguida, fala que está sendo perseguido pelos homens de preto. Então fala sobre as pessoas que realmente mandam no mundo, as pessoas que ninguém conhece. O 1% dos 1% mais ricos. Aqueles que gostam de brincar de Deus.

Elliot se apresenta em uma cafeteria, onde fala diretamente com o dono, e explica para ele como descobriu o seu negócio ilegal de pornografia infantil. Ele fala do protocolo Onion, da rede Tor, que não é tão seguro quanto todos acham que é. Quem controla os nós de saída controla todo o tráfego da rede.

Durante uma sessão com a psicólogia Krista, Elliot pensa que está falando, mas está só na cabeça dele. Ele responde a pergunta da Krista: “O que te incomoda tanto na sociedade ?”. Ele responde: “A sociedade, todos pensam que Steve Jobs foi um grande homem mas a verdade é que ele ficou rico as custas de crianças chinesas. Até os nossos heróis são falsos, é tudo mentira, tudo fabricado. Ficamos mandando lixo uns pros outros disfarçados de vislumbres. As mídias sociais, produzindo falsa intimidade. Foda-se a sociedade!”

Elliot conta que usa Morfina para lidar com a solidão. 30 miligramas por dia, para não se viciar. Mais do que isso e a tolerância aumenta. Ele usa 8 miligramas de Suboxone para combater a abstinência.

Elliot trabalha na AllSafe, ele é engenheiro de cybersegurança. O maior cliente da AllSafe é a E-Corp, que Elliot chama de Evil Corp. O CTO da E-Corp usa um blackberry, apesar de seu cargo. O VP, Tyrell, conversa com Elliot, demonstrando seu conhecimento em Linux. Elliot estranha, afinal, executivos não rodam Linux.

A Corp do Mal sofre um ataque DDoS. No ataque, é instalado um rootkit, que é um virús que se replica durante o boot dos servidores e trava o hospedeiro. Isso faz com que a defesa seja ineficiente, pois cada tentativa de reiniciar os servidores espalhava ainda mais o rootkit. O outro técnico faz uma bela analogia para explicar o rootkit: “É como se fosse um estuprador louco, descontrolado com um pênis enorme”. A ação tomada foi ficar totalmente offline, limpar todos os servidores e reiniciar o sistema completamente. Na hora da reinicialização, um dos servidores ainda está infectado, mas Elliot consegue subir o servidor reserva e redirecionar o fluxo dos dados e da conexão. Ele mantém o arquivo .dat e configura um chmod -R só para ele acessar a pasta /root/fsociety.

Elliot então é apresentado para a FSociety, convidado a fazer parte da revolução. Mr. Robot explica para ele o plano, que é livrar as pessoas das dívidas, que são cartões de crédito, hipotecas, financiamentos impagáveis, etc. Para isso é necessário invadir os Datacenters e deletar os dados e os backups. O que Elliot precisa fazer é colocar o IP do terminal do CTO, Terry Colby, no arquivo .dat encontrado nos servidores atacados, para incriminá-lo. Elliot não ia fazer isso, mas durante a reunião entre FBI, AllSafe e E-Corp para entender o que houve, Colby foi grosso com a Angela é Elliot quis incriminá-lo.

Durante 20 dias, não houveram notícias da E-Corp, do FBI, nem da FSociety. Elliot se ocupou com o namorado da Krista. Ele era casado e estava usando nome falso. Elliot o chantageou, o forçou a terminar com a Krista para “melhorar o radar dela em relação aos homens”, e também tomou a cachorrinha do cara, a Flipper.

Elliot faz uma reflexão em relação as pessoas. Ele diz: “O que não faria para ser normal. É assim que eu justifico esse lance de justiceiro que faço, para manter o otimismo das pessoas comuns. A realidade dos ingênuos.”